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Pessoas disléxicas não só leem, mas percebem os sons de maneira diferente

Pessoas com dislexia às vezes veem as palavras e letras embaralhadas, o que torna a leitura uma tarefa difícil. Agora, um novo estudo mostra que a dislexia não é apenas uma “perturbação visual”. Também parece ser um problema da forma como o cérebro interpreta os sons, especialmente o discurso. Pesquisadores franceses mapearam a atividade cerebral de 23 pessoas com dislexia e 21 pessoas sem o transtorno, conforme elas ouviam um ruído branco. A fim de compreender as informações na fala, o cérebro precisa ser capaz de sincronizar com a mesma frequência dos sons que ouve. A sincronização das ondas cerebrais com os sons é chamada de arrastamento. Quando o cérebro está devidamente sincronizado com um som, ele pode corretamente separar e interpretar o sinal, quase como se quebrasse um código. Os pesquisadores descobriram que as pessoas sem dislexia não tinham problemas em ajustar seus cérebros para as mesmas frequências que ouviram no ruído branco. Pessoas com dislexia, por outro lado, não c...

Sou uma mãe preocupada...

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Quem não vive na primeira pessoa o drama de um filho que não aprende provavelmente terá dificuldade em perceber a angústia e o desespero que acompanha os pais, quando tal acontece. "Sou uma mãe preocupada. A minha filha foi adotada há cerca de três anos e meio, tendo ela na época 4 anos e meio. Tinha vários problemas, ao nível da fala, da audição e da visão. Tem sido acompanhada na Faculdade de Psicologia do Porto. Aquando da sua entrada na pré-escola, começou a notar-se muitas dificuldades ao nível da aprendizagem. Contudo não seria de esperar outra coisa, dadas as circunstâncias de vida da minha filha. A pedopsiquiatra receitou-lhe ritalina e, segundo a professora, o seu comportamento melhorou. Feito um teste cognitivo pela psicóloga, os resultados, segundo a sua opinião, não são alarmantes tendo a menina um atraso de oito meses comparado com crianças portuguesas padrão e da mesma idade - 7, 8 anos. Contudo no mundo da psiquiatria infantil os resu...

Novo modelo do robô pode trabalhar na educação de crianças com autismo

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Desde 2005, o pequeno robô NAO tem os holofotes voltados para ele. A pequena máquina reconhece comandos de voz e realiza ações como contar história, cantar, dançar e até acompanhar visualmente uma bola em movimento. Usado para diversos propósitos educacionais, o NAO finalmente recebeu uma atualização de sua fabricante, a Aldebaran Robotis. Robô NAO. (Foto: Divulgação) Bruno Maisonnier, chefe da companhia, diz que as novas funções do robô tornarão ele ainda mais versátil. Entre as principais novidades estão adaptação para trabalhar na educação de crianças autistas e pessoas da terceira idade. Aparentemente o NAO não teve nenhuma modificação em seu visual. Já a capacidade de processamento foi melhorada: agora ele dispõe de um processador 1.6 GHz da Atom embutido e duas câmeras HD, capazes de rodar dois vídeos em streaming ao mesmo tempo. Há também um sonar, sensores de pressão e receptores. Um novo sistema de reconhecimento de voz, Nuance, permite que o robô compreenda não só sentenças...

Cadeira de rodas que entra no mar chega a mais 5 cidades de SP

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A Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência fechou convênio com cidades do litoral de São Paulo para ampliar o programa Praia Acessível, de cadeiras de rodas especiais que permitem a deficientes e idosos tomarem banho de mar. A formalização do convênio, que envolve as prefeituras de Guarujá, Iguape, Cananéia, Mongaguá, Itanhaém, São Sebastião e Ubatuba, será feita nesta quinta-feira (29). Arnaldo Klajn/PMSS Usuários na cadeira de rodas em praia de São Sebastião O programa foi lançado pelo governo do Estado em fevereiro do ano passado, em Santos, Praia Grande e Ilhabela. Depois foram contempladas Guarujá, Bertioga e São Sebastião. Ele prevê a entrega de cadeiras de rodas anfíbias que não afundam na areia e flutuam no mar --é necessário um acompanhante para auxiliar o usuário. As cadeiras ficam em postos instalados nas praias. Para usar, o deficiente precisa apresentar documento dele e do acompanhante, e assinar um termo de responsabilidade. Monitores são responsáveis po...

Palestiniana autista e cega tornou-se pianista com a ajuda de uma judia ortodoxa

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A história de Rasha já deu origem a um documentário   Quando um casal de missionários holandeses a encontrou, Rasha Hamid encontrava-se em muito mau estado. Aos 4 anos, ela e a irmã viviam confinadas num quarto desde o nascimento. Alimentadas só com leite, sofriam de grave atraso mental e físico. Mal falavam, batiam constantemente com a cabeça, enfiavam os dedos nos olhos. Foram recolhidas pelo casal Vollbehrs e mais tarde integradas em Beit Yemina, a escola- orfanato por eles criada nas imediações de Belém. Um dia, quando se cantava um hino, Rasha começou a acompanhar com uma harmonia própria. Surpreendidos, os Vollbehrs perceberam que tinham ali alguém com verdadeiro talento musical. Compraram um piano, onde Helena Vollbehrs ensinou Rasha a tocar. Quanto se tornou necessário que ela prosseguisse os estudos a um nível superior, levaram-na para o conservatório.  A professora Devorah Schramm, nascida nos EUA e judia ortodoxa (apresenta-se sempre com a pesada peruca q...

Bem legal! Amigo Estou Aqui em LIBRAS

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Surdo-cego

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Você deve se pegar imaginando como deve ser difícil para os surdos viverem no mundo dos ouvintes né? E o surdo-sego então como deve ser? Impossível? Com certeza não. Hoje em dia exitem vários métodos de comunicação que auxiliam essas pessoas. Meios de Comunicação INTÉRPRETES E LÍNGUA DE SINAIS  - O meio mais comum. Nascendo-se surdo, a língua materna é a de sinais. O acréscimo da perda visual restringe seu uso conhecido, visuo-espacial, para ser adaptada, tornando-se, cinestésica-espacial, ou seja, o surdocego visualiza mentalmente características de cada sinal através do movimento. Já o intérprete do surdocego que na maioria das vezes exerce também a função de guia, guia-intérprete, é um agente extremamente capacitado. É através dele que a pessoa surdocega alcança o mundo circundante. É imprescindível que o guia intérprete conheça os meios de comunicação comumente utilizados, para que possa comunicar-se eficazmente com o surdocego. CCTV : Apoio de Leitura O CCTV amplia a figura...