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Pessoas com deficiência, idosos e cuidadores: a nova relação trabalhista ameaça os dois lados

  Izabel Maior* Com a Emenda Constitucional nº 72, de 2 de abril de 2013 (PEC das empregadas domésticas), entendo que os legisladores e a sociedade conseguirão melhorar a vida de muitos trabalhadores domésticos antes desvalorizados por patrões “capitalistas selvagens”. Entretanto, é muito difícil contornar a diferença desprezada pela PEC, ao equiparar o tomador de serviços “pessoa física” com “pessoa jurídica – empresa lucrativa” em muitos aspectos.  Como decorrência, surgiu um óbvio desequilíbrio e sérias consequências. Os “empregadores dentro da lei” irão manter trabalhadores domésticos até onde puderem arcar com as novas obrigações. Fatalmente, muitos não conseguirão encarar com as exigências. Quero destacar que não cabe responsabilizar os trabalhadores domésticos pelo desajuste, já que não foi causado por eles na busca dos direitos trabalhistas presentes no texto constitucional para outros trabalhadores urbanos e rurais. Por criação e tradição familiares sempre rem...

CINEMA E A AUDIODESCRIÇÃO

Muito bom esse artigo. Aproveito a oportunidade para fazer uma crítica: Como pode uma transmissão de uma Paraolimpíada sem a Audiodescrição e o uso da LIBRAS? Nenhum canal no Brasil usou desses recursos para que, de fato, TODOS participassem desse grande evento. Será assim em 2016? Abraços, Lucimar Paula Ao longo de toda a trajetória do cinema, filmes inesquecíveis deixaram sua marca na vida de cada um de nós. Nos permitiram sonhar e aprender com mundos diferentes, com grandes histórias que podem ou não fazer parte do nosso cotidiano. As lições que aprendemos com a magia da sétima arte abrem nosso pensamento e nos levam a enxergar o mundo de uma outra forma, facilitando nossa compreensão acerca de nossas próprias vivências. Essas lições podem estar em uma simples fala ou gesto de um personagem, e é naquele momento que a compreensão da mensagem transmitida pelo autor se torna essencial. Vamos relembrar algumas cenas de filmes que marcaram a história do cinema. Ainda que for...

Lya Luft na Veja sobre inclusão escolar

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Que opinião preconceituosa!  Tanta luta pela Inclusão... A escola é lugar para TODOS!!! É através do convívio social que muitos terão a chance de serem independentes, produtivos... É lamentável esse artigo! Lucimar Paula FONTE: http://www.inclusive.org.br/?p=23982 Com relação à opinião de Lya Luft na Veja sobre inclusão escolar sexta-feira, janeiro 4, 2013 Envie por e-mail  |     | Por Equipe Inclusive Sob fundo branco, aparecem quatro círculos, dois em cima, dois embaixo, cada um com uma palavra escrita sobre ele. No primeiro, entitulado Inclusão, predominam bolinhas verdes, que convivem com amarelas, azuis e vermelhas dentro do mesmo círculo. No círculo entitulado Exclusão, as bolinhas verdes estão dentro do círculo e as bolinhas amarelas, azuis e vermelhas encontram-se à volta dele, do lado de fora. Na imagem Separação, no círculo grande estão as bolinhas verdes e em outro círculo menor, ao lado, aparecem as bolinhas vermelhas,...
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Documentário conta casos de sucesso de pessoas autistas e portadoras da Síndrome de Asperger Entrevista com Paula Balducci, Diretora do documentário 'Em Busca de um Novo Caminho - Desmistificando o Autismo' e da ONG Autismo e Realidade

Consciência Negra e o racismo brasileiro

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Desde alguns anos, a data do martírio do Zumbi dos Palmares se integra no calendário nacional como o Dia de União e Consciência Negra. Até alguns anos, poucos livros de história do Brasil contavam que, em 1695, senhores de engenho, bandeirantes de São Paulo e militares de Pernambuco invadiram o Quilombo dos Palmares, na Serra da Barriga, hoje Alagoas, onde viviam pacificamente mais de 30 mil pessoas, negras, índias e brancas em uma sociedade livre e mais igualitária. ARQUIVO  | FORTALEZA (BRASIL)  | 22 DE NOVEMBRO DE 2005   Com respaldo da sociedade e da hierarquia católica, os invasores mataram milhares de homens, mulheres e crianças. O líder Zumbi dos Palmares, traído por um companheiro, preferiu entregar-se aos inimigos para evitar o massacre de mais gente. No 20 de novembro de 1965, foi fuzilado e teve seu corpo esquartejado em uma praça do Recife. Mais de 300 anos depois, comunidades negras e quilombos são exemplos de resistência cultur...

Jean Wyllys responde mídia homofóbica: "Veja que lixo!"

Eu havia prometido não responder à coluna do ex-diretor de redação de Veja, José Roberto Guzzo, para não ampliar a voz dos imbecis. Mas foram tantos os pedidos, tão sinceros, tão sentidos, que eu dominei meu asco e decidi responder. Por Jean Wyllys* A coluna publicada na edição desta semana do libelo da editora Abril — e que trata sobre o relacionamento dele com uma cabra e sua rejeição ao espinafre, e usa esses exemplos de sua vida pessoal como desculpa para injuriar os homossexuais — é um monumento à ignorância, ao mau gosto e ao preconceito. Logo no início, Guzzo usa o termo “homossexualismo” e se refere à nossa orientação sexual como “estilo de vida gay”. Com relação ao primeiro, é necessário esclarecer que as orientações sexuais (seja você hétero, lésbica, gay ou bi) não são tendências ideológicas ou políticas nem doenças, de modo que não tem “ismo” nenhum. São orientações da sexualidade, por isso se fala em “homossexualidade”, “heterossexualidade” e “bissexualida...