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Pai completa prova de triatlon levando filho com paralisia cerebral

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No meio de tantos atletas, um homem tem uma missão maior. Seu filho quer participar, e ele vai atender o desejo do filho. A essa altura, você deve estar cheio de perguntas, tentando entender e até acreditar nesta história. Esta é a história de um pai que nunca desistiu de lutar pela felicidade do filho. Rick é o mais velho dos três filhos de Dick Hoyt. Durante o parto, o cordão umbilical se enrolou no pescoço. Faltou oxigenação no cérebro, provocando danos irreversíveis. Rick não pode falar ou controlar os movimentos de seus braços e pernas. Parecia condenado. “ Os médicos disseram: ‘Livre-se dele. É melhor interná-lo. Ele vai ser um vegetal o resto da vida’. Nós choramos, mas decidimos tratá-lo como uma criança normal. Ele é o centro das atenções e está sempre incluído em tudo”, conta Dick Hoyt. Rick sempre teve amor, mas ninguém sabia até que ponto ele conseguia absorver e entender o que se passava a sua volta. A escola achava que ele não tinha capacidade de aprender. O...

"COLEGAS": Grande vencedor no Festival de Gramado

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"Colegas" é o grande vencedor do 40º Festival de Gramado, em cerimônia realizada no Palácio dos Festivais, em Gramado (RS), na noite deste sábado (18). O longa-metragem de Marcelo Galvão venceu nas categorias Melhor Filme, Melhor Direção de Arte e Prêmio especial do Júri, este último dado ao trio de atores com síndrome de Down Ariel Goldenberg, Breno Viola e Rita Pokk. Narrado por Lima Duarte, o filme retrata a aventura de Stalone, Aninha e Márcio que fogem do instituto onde vivem para realizar seus sonhos: ver o mar, casar e voar, respectivamente. Também responsável pelo roteiro, Galvão criou a história em homenagem ao seu tio, Márcio, que também tem síndrome de Down. "Eu passei a infância com meu tio e a lembrança que tenho é de estar com uma pessoa feliz, para cima. Quis passar essa sensação e acho que consegui", disse Galvão, momentos após receber o Kikito. Os atores com síndrome de Down, Ariel Goldenberg, Breno Viola e Rita, tinham certeza de que ...

FESTIVAL CINE FAVELA DE CINEMA

O FESTIVAL CINE FAVELA DE CINEMA é o principal evento dedicado exclusivamente à difusão de filmes de todos os gêneros e formatos produzidos por ONGs, Associações, Coletivos e Periferias do Brasil e do mundo. Realizado pela Associação CINE FAVELA e pelo SESC-SP, com produção da MUK, em suas seis edições ininterruptas, já exibiu mais de 400 títulos, beneficiou 300 jovens com suas oficinas de cinema e atraiu mais de 50.000 pessoas em suas atividades, transformando-se, assim, em um dos maiores Festivais de Cinema Periférico do mundo. 7ª EDIÇÃO O Festival deste ano, que acontece de 20 de outubro a 12 de novembro de 2012, terá com tema central a AMÉRICA LATINA. É a oportunidade de integrar as periferias deste continente, explorando novos olhares sobre problemas comuns e propondo reflexões por meio da Sétima Arte. Nesta edição, o festival ampliará seu alcance, levando suas atividades às Comunidades deHeliópolis, Paraisópolis, Cidade Tiradentes e Capão Redondo, que, juntas, somam mais...

Mulher com autismo que pensa como animais é 'encantadora' de rebanhos

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Americana criou uma série de mudanças radicais na indústria da carne nos Estados Unidos e é considerada uma autoridade mundial em saúde animal Quando era criança, a americana Temple Grandin não se relacionava com outras pessoas e só começou a falar aos quatro anos de idade. Hoje, é uma celebridade, foi tema de filmes, dá aulas na Universidade de Colorado, é assessora do governo dos Estados Unidos e uma autoridade mundial em saúde animal. Temple Grandin foi diagnosticada com autismo durante a infância. A empatia de Grandin com o gado e sua capacidade de entender o que os animais sentem levou à introdução de uma série de mudanças radicais no trabalho com o gado e na indústria de carne americana. Seus livros e palestras a tornaram tão popular que sua vida foi mostrada em documentários para televisão americana e europeia. Grandin esteve recentemente no Uruguai, participando de um encontro sobre saúde animal. Ela afirmou que o autismo está na raiz de sua habilidade. "O autismo me ajud...

Neurotípico

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Qual é o padrão que identifica uma pessoa como um todo capaz e outros como deficientes? Paralelos Neurotípicosl mostra a vida de três indivíduos do espectro do autismo, cada um enfrentando uma fase crucial de seu crescimento. Violet, 3 anos , está absorvendo o mundo sensorial e aprendendo maneiras de navegar através dele; Nicholas, um adolescente, está chegando a um acordo com seu diagnóstico e sua identidade, e Paula, recém-diagnosticado, equilibra o seu trabalho como advogada especialista em autismo junto com as exigências de seus deveres de mãe e um casamento em desintegração. Ao explorar as diferenças de comportamento e de percepção que os autistas expressam, as diferenças que tendem a separá-los de uma sociedade que tanto define o padrão e as tentativas de tê-los enfrentá-lo, a definição de "normal" vem em questão. Neurotípico em última instância amplia o conceito do que significa ser humano.

AUTISMO - Brasileiro que reverteu a doença em laboratório diz que tratamento é possível, mas faltam recursos

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“Nasci ouvindo que o autismo não tem cura mas, para mim, isso é um mito” Existem no Brasil dois milhões de pessoas diagnosticadas com autismo, segundo estimativas. Nos Estados Unidos, os números são oficiais: a incidência é de uma em cada 88 crianças. Por trás das estatísticas, estão familiares e pacientes, que se esforçam todos os dias para lidar com o transtorno neurológico, que afeta a comunicação, a sociabilidade e o comportamento. Mas que agora enxergam uma luz no fim do microscópio: um jovem cientista brasileiro, Alysson Muotri, de 38 anos, radicado nos Estados Unidos, está surpreendendo o mundo acadêmico com suas pesquisas que desenvolveram neurônios derivados de pacientes autistas e os reverteu ao estado normal. Os resultados do experimento mais recente, de janeiro, estão em fase de revisão e devem ser publicados ainda este ano. Atualmente, uma campanha no Facebook, liderada por pais de crianças com autismo, busca apoio do governo brasileiro às suas pesquisas. O que o mot...

Brasileiro é eleito melhor professor do ano nos EUA

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Um brasileiro de 43 anos, natural de Petrópolis, no Rio de Janeiro, foi eleito na última quinta-feira (12) o melhor entre os mais de 180 mil professores da rede estadual de ensino da Flórida, nos Estados Unidos. Além de prêmios em dinheiro, um carro, uma viagem a Nova York, um anel de ouro e um treinamento espacial na Nasa, Alexandre Lopes, que emigrou do Brasil em 1995, agora é candidato ao título de melhor professor dos Estados Unidos. A etapa nacional da disputa fica aos cuidados do Departamento Nacional de Educação do governo federal. Lopes já tem presença garantida no evento de divulgação do resultado, em maio de 2013 na Casa Branca, em Washington, com a presença do presidente americano. Até lá, ele vai viajar pelo estado onde mora dando palestras para outros professores sobre sua metodologia na sala de aula. Doutorando da Universidade Internacional da Flórida, ele se especializou na educação especial para a primeira infância e, há oito anos, trabalha na escola Carol City Eleme...