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Autismo exige mais cuidados na velhice

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Infraestruturas de apoio focam-se nas crianças e falham para os idosos. As Perturbações do Espectro do Autismo são uma preocupação para qualquer família a braços com uma criança que apresente alguns dos critérios para o diagnóstico: lacunas persistentes na comunicação e interação social ou padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Se atualmente a informação e as opções terapêuticas estão à distância de uma pesquisa na internet, há algumas décadas foram muitas as crianças e jovens que ficaram por diagnosticar. Hoje, são adultos e idosos numa batalha constante a duas frentes. A primeira começa com o envelhecimento. A segunda estabelece-se na falta de estruturas de apoio específicas. "Os idosos com autismo têm os problemas associados à velhice juntamente com os problemas da síndrome", explica ao CM  Isabel Cottinelli Telmo, presidente da Fundação Portuguesa de Autismo. Por necessitarem "de uma educação muito específica e apresentarem co...

Francês sem braços e pernas cruza Canal da Mancha a nado

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Um francês de 42 anos de idade que teve as pernas e os braços amputados após um acidente completou neste sábado a travessia a nado do Canal da Mancha, trecho de mar que separa a Grã-Bretanha e a França. Philippe Croizon deixou a cidade inglesa de Folkestone às 6h45 da manhã (2h45 em Brasília) e nadou até a cidade de Cap Gris Nez, na costa da França, onde chegou por volta de 16h13 (horário de Brasília). O nadador completou o trajeto de cerca de 34 km utilizando próteses especiais para as pernas e em um período mais curto que o previsto. A equipe que apoia Croizon esperava que ele completasse a travessia em cerca de 24 horas, e não nas cerca de 13 horas e meia em que ele venceu o percurso. Acidente Há cerca de 16 anos, Croizon foi eletrocutado ao tentar remover uma antena de televisão do telhado de uma casa. Após o acidente, médicos tiveram que amputar seus quatro membros. Depois da travessia, Croizon disse à BBC que em nenhum momento acreditou que não consegu...

‘Autism In Love': filme mostra como um simples romance pode ser tão complexo

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Um jovem chamado Lenny está deitado na cama jogando videogame. Não tem se sentido feliz ultimamente, por isso sua mãe sobe as escadas para saber como ele está. O motivo de sua tristeza é que ele quer ter uma namorada, e não tem. Está pensando em criar um perfil para paquera na Internet. Nesse perfil, ele listaria seus interesses: carros e esportes — basquete, principalmente. “Você colocaria aquelas coisas do Comic-Con [evento de entretenimento, histórias em quadrinhos, cultura pop] lá?”, sua mãe pergunta. “Não”, afirma. “Não colocaria.” Segundo a mãe de Lenny, ele se esforça para se encaixar — parecer “normal” — e ao fazer isso “vai longe demais”. “Ele só precisa ser ele mesmo”, desabafa. Lenny,  assim como 1% da população mundial, sofre de transtorno do espectro autista. Como outros com sua condição, é difícil para ele processar e responder aos códigos da sociedade, mas Lenny tem uma conexão muito forte com a família e entes queridos. Embora a percepção comumente...

Programadores autistas conseguem trabalho de detetives de software na Microsoft e SAP

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David McNabb se formou em Ciência da Computação em 2001, mas jamais conseguiu trabalho, nem em sua área nem em nenhuma outra, porque fracassava em todas as entrevistas. As reuniões com os possíveis empregadores "sem dúvida eram um grande obstáculo", disse McNabb, 36, que foi diagnosticado autista no ano passado. "Eu não estava em sintonia com o que eles buscavam em uma pessoa, ou talvez eu não fosse o tipo de pessoa com quem eles gostariam de trabalhar". Ele finalmente iniciou sua vida profissional há cerca de cinco meses, quando começou a trabalhar de casa para a Ultra Testing, uma startup de 2 anos e meio que testa software para empresas. Oitenta por cento da força de trabalho da Ultra tem transtorno do espectro do autismo. Muitas pessoas com autismo, transtorno que obstrui as habilidades sociais e de comunicação, estão desempregadas, e as que trabalham costumam ter empregos com salários baixos. As entrevistas são difíceis porque muitas dessas pessoas têm ...

Cientistas descobrem tango como aliado no tratamento do mal de Parkinson

A ideia dos pesquisadores era verificar se uma atividade física e social ligada à música teria valor terapêutico para parkinsonianos, que sofrem tanto com disfunções motoras Correio Braziliense Publicação: 18/05/2015 18:35 Atualização: Enquanto cientistas buscam, nos laboratórios, estratégias farmacológicas para tratar o mal de Parkinson, nos salões de dança, pacientes encontram um auxílio divertido para melhorar as habilidades motoras prejudicadas pela doença. Pesquisadores do Instituto e Hospital Neurológico de Montreal e da Universidade de McGill, no Canadá, descobriram que o tango tem potencial para beneficiar pessoas em estágios iniciais do desenvolvimento da enfermidade. O estudo identificou melhorias motoras nos participantes depois de 12 semanas de curso e foi o primeiro a investigar os efeitos da dança argentina em sintomas não motores. A ideia dos pesquisadores era...

Peça "Tribos" aborda o tema da surdez

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Peça "Tribos" em Porto Alegre "Tribos" aborda o tema da surdez, em que o ator Bruno Fagundes produz e atua junto com o pai, o também ator Antônio Fagundes. Agora, em maio de 2015, a peça chegará a Porto Alegre, no lindíssimo Theatro São Pedro. As sessões ocorrerão nos dias 30 e 31 de Maio (sábado e domingo). As sessões do dia 30 serão às 18h e às 21h. No domingo, apenas às 17h. Depois de cada sessão haverá um bate-papo com o elenco  sobre a peça e a sessão das 21h do sábado contará com intérprete de Libras. Os preços variam entre R$ 40,00 e R$150,00, e há desconto para estudantes e idosos. Maiores informações no site do Theatro. www.facebook.com/EspacoDespertandoMovimentos?ref=settings

Língua Yorubá para a Língua de Sinais (Libras)

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http://youtu.be/y08iDunCgJE Este Léxico Alfabético Bilíngue Libras/Português, faz parte do projeto de pesquisa em fase de conclusão do Programa de Pós-Graduação em Língua e Cultura da Universidade Federal da Bahia (UFBA), inserida na linha de pesquisa Tradução Audiovisual e Acessibilidade.  Agradecemos aos integrantes e pesquisadores, do grupo Èdè Làmí, que tem como principal projeto a tradução da língua Yorubá para a Língua de Sinais (Libras) objetivando atender a necessidade dos surdos em compreender a língua e a religião, é que apresentamos a primeira parte das traduções, onde temos traduzidos algumas palavras muito utilizadas e os nomes dos Orisás. Essa pesquisa está, primeiramente, voltada para nação de candomblé Ketú, portanto nosso alvo é o culto aos Orisás e seu dialeto tradicional, o Yorubá. São sinais elaborados com muito esforço e estudo da religião e de técnicas interpretativas. Esse projeto visa, além de manter uma relação de entendimento entre todos os surdos e a ...