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DOIS ÓTIMOS FILMES SOBRE A EDUCAÇÃO, O SER PROFESSOR.

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ENTRE OS MUROS DA ESCOLA         Maravilhoso filme “Entre os Muros da Escola” que é passado todo dentro de uma escola mostrando um professor de um grupo de adolescentes em uma escola pública na periferia de Paris, periferia esta multirracial. O filme é baseado em um livro cujo título é “Entre os muros”, por tratar de questões que vão além da escola, questões das diversas diferenças. O autor do livro, que é professor em uma escola pública, é o próprio ator principal, professor François.         Logo quando fui assisti ao filme, fiquei imaginando se seria um daqueles assuntos gastos como os dramas de filmes sobre escolas, salas de aula, aqueles em que o professor sofre para ensinar alunos rebeldes em escolas de periferia, mas não, o filme vai além, havendo uma crítica ao sistema educacional.        É um filme maravilhoso e, na minha opinião, todo professor deveria assistir, apesar de achar que a escola não é só o foco princ...

Pai cria balanço portátil para filho autista interagir com novos ambientes

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 (Foto: Leo Urnauer/G1) A ideia de ver o filho autista feliz e interagindo em diversos ambientes fez com que o empresário Pablo Menezes de Souza, de 33 anos, mandasse fabricar uma versão portátil do brinquedo favorito do menino de 4 anos. Com um balanço criado apenas para ele, o pequeno Bruno se sente seguro e aproveita os finais de semana em família brincando com o que mais gosta em lugares como cascatas, florestas, campo de futebol ou até mesmo dentro da piscina. O autismo tem por característica os interesses restritos, o apego por rotinas e por brincadeiras repetitivas. "Eu montei o balanço com o intuito de fazer ele feliz em qualquer lugar. O sorriso dele e o beijo que ele me dá antes de sentar no brinquedo pagam todo o sacrifício, tudo é lucro. Além disso, queria levá-lo em todo lugar que acho maravilhoso, quebrar a rotina", explica o pai, que mora com a família em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Alegria do pequeno Bruno é an...

A história de Margareth- Surdez em Uganda

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Margaret, hoje com cinco anos, nasceu com surdez profunda e passou sua vida isolada das pessoas ao seu redor, incapaz de se comunicar. Os reporter Kiki Rei e diretor Wael Daniel Bogado viajaram para Uganda para acompanhar o trabalho de inspiração dos professores de língua de sinais que trabalham na zona rural de Uganda para transformar a vida de crianças e adultos surdos que nunca foram capazes de se comunicar até agora. Dois por cento da população de Uganda são surdos - o dobro da taxa no Reino Unido. Muitos tornaram-se surdo depois de contrair doenças comuns tais as- sarampo, caxumba e malária. Como a maioria das pessoas surdas na África sub-saariana que nunca aprenderam  a língua de sinais e incapazes de se comunicar com os outros; eles estão presos em suas próprias mentes. 

Nadador luso com trissomia 21 é vice-campeão mundial

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João Vaz conquistou duas medalhas de prata em Morelia, no México O  nadador  português João Vaz sagrou-se, a semana passada, vice-campeão do mundo de 400 metros estilos e 200 metros bruços durante o Campeonato do Mundo DSISO para nadadores com Síndrome de Down, que terminou na sexta-feira em Morelia, no México. O atleta do Sporting Clube de Portugal, com trissomia 21, conquistou a  medalha  de prata nos 400 metros estilos logo no primeiro dia de competição, conseguindo uma marca de 6m59,95s, a escassos oito segundos do australiano Stephen Donovan, que assegurou o ouro, e à frente do canadiano Matthew Hunter, que completou o pódio. http://boasnoticias.pt/noticias_Trissomia-21-Nadador-luso-%C3%A9-vice-campe%C3%A3o-mundial_21622.html

Neuropsicóloga fala sobre a relação do esporte com o autismo

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Ricardo tocando violão

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Ricardo hoje com 32 anos, autista, toca violão, faz natação na equipe master do clube do Flamengo e trabalha na empresa da mãe.

Pessoas com deficiência, idosos e cuidadores: a nova relação trabalhista ameaça os dois lados

  Izabel Maior* Com a Emenda Constitucional nº 72, de 2 de abril de 2013 (PEC das empregadas domésticas), entendo que os legisladores e a sociedade conseguirão melhorar a vida de muitos trabalhadores domésticos antes desvalorizados por patrões “capitalistas selvagens”. Entretanto, é muito difícil contornar a diferença desprezada pela PEC, ao equiparar o tomador de serviços “pessoa física” com “pessoa jurídica – empresa lucrativa” em muitos aspectos.  Como decorrência, surgiu um óbvio desequilíbrio e sérias consequências. Os “empregadores dentro da lei” irão manter trabalhadores domésticos até onde puderem arcar com as novas obrigações. Fatalmente, muitos não conseguirão encarar com as exigências. Quero destacar que não cabe responsabilizar os trabalhadores domésticos pelo desajuste, já que não foi causado por eles na busca dos direitos trabalhistas presentes no texto constitucional para outros trabalhadores urbanos e rurais. Por criação e tradição familiares sempre rem...